Por Camila Lübke
Sem dúvidas este trabalho foi uma introdução ao jornalismo, foi muito gostoso de realizar, conseguimos conhecer os colegas e desenvolver uma amizade com os do grupo e os entrevistados.
Com as histórias sentimos a emoção de cada vida e de cada fato, tonar isto visível para outras pessoas foi algo satisfatório. Compreendi que no jornalismo estamos sempre aprendendo e vivendo. Um dos fatores mais interessantes do trabalho é sentir mais de pertinho o que o jornalismo pode nos oferecer como profissão, pelo menos um pedacinho de tudo.
Por Cristina Bortolini
É tão gratificante entrevistar os colegas, poder extrair o que há de melhor em cada história. Escrever pela primeira vez um artigo, uma reportagem e uma entrevista foi mágico, e cada dia tenho mais certeza de que escolhi o caminho certo. Pude ver o quanto podemos aprender com a história de cada um que entrevistamos e que tudo na vida se aperfeiçoa, aprendemos com as quedas, a força, e com as vitórias, confiança, pois nada se perde, tudo se transforma.
Por Krislei Jordani Costi
Bom, da minha parte foi bastante tranquilo fazer esse trabalho. Gostei muito, foi uma ótima experiência, muito bacana entrevistar as pessoas, dá uma sensação de gratificação no final! Todos colaboraram, ninguém deixou de responder meus milhões de e-mails de uma pergunta só. O grupo funcionou muito bem, eu achei, todo mundo se ajudou.
Por Thaís Lauck
Nunca havia feito algo semelhante a este trabalho, contar histórias de pessoas que nunca tinha visto, nem imaginava que existiam. Porém, acredito que tenha sido uma forma de aproximar os alunos da turma. Creio eu que, absorvi tudo o que era possível de meus selecionados, tentei fazer com se sentissem a vontade para contar o que queriam, o que desejavam que fosse exposto aos colegas. Confesso que no início fiquei apreensiva, pois se tratavam de desconhecidos, como já citei acima, mas depois as trocas de informações se tornaram realmente algo expontâneo. Com este trabalho tive a oportunidade de ter uma leve noção do cotidiano de um jornal, uma revista, a construção de uma pauta. Espero que tenha atingido as expectativas, apesar de ser o primeiro trabalho.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
OS SONHOS PODEM SER REAIS
Por Camila Lübke.
Cine nasceu em Guaíba, mora em Estância Velha, tem 18 anos. Ela nos empolga quando diz que "fazer o que se gosta, não tem dinheiro que pague". Motivo de tanta empolgação é o teatro.
Herdando da família a paixão pela cinema. Logo que começou a atuar, pensava em fazer filmes. Contudo foi desenvolvendo uma paixão do outro lado das câmeras e assim começou a escrever roteiros, que ainda sonha em produzir, tem a ideia de um curta. Um de seus roteiros é adaptação de uma música da Legião Urbana.
Em um e-mail que me enviou, Cine colocou que uma coisa que chama muita atenção e desperta muito interesse, é aquela de "uma câmera na mão e uma ideia na cabeça", poder transformar em video uma ideia totalmente tua.
Com seus 18 anos Cine nos incentiva em nossos sonhos, é uma garota cheia de vida que sem dúvida vai além do que podemos imaginar. Foto 1: Francine atualmente.
Foto 2: Francine atuando no teatro.
LILI E SUA INFÂNCIA NADA COMUM
Reportagem
Por Camila Lübke
Lidiane Menezes, 20 anos, mora em Portão e é estudante de Jornalismo da Unisinos, trabalha na empresa que os irmãos e ela herdaram do pai, uma empresa eventos onde ela trabalha na parte na organização de shows.
Lidiane, à Lili, como gosta de ser chamada, viveu dos 8 aos 16 anos em um parque de diversões, devido a profissão dos pais. Ela nos conta que viajava pelos estados do RS/SC/PR. Estudava 1 ou 2 semanas em cada colégio.
Segundo ela, o sonho de criança em morar em um parque foi sendo quebrado conforme a rotina de sua vida, o que era tão mágico para alguns para ela se tornará mais que o normal.
Hoje Lili mora com a mãe e sente saudades da vida viajante que levava, tem dificuldades de se adaptar em um único lugar, não gosta de estar por muito tempo na mesma cidade, frequentando os mesmos ambientes. A família e ela não moram mais no parque por causa dos seus estudos. Seria difícil fazer faculdade mudando tantas vezes de cidade, diz ela.
Lili, desde pequena falava em ser atriz ou jornalista, gosta muito de rádio e agora pretende se dedicar a isso.
Foto 1: Lidiane atualmente.
Foto 2: O parque.
Por Camila Lübke
Lidiane Menezes, 20 anos, mora em Portão e é estudante de Jornalismo da Unisinos, trabalha na empresa que os irmãos e ela herdaram do pai, uma empresa eventos onde ela trabalha na parte na organização de shows.
Lidiane, à Lili, como gosta de ser chamada, viveu dos 8 aos 16 anos em um parque de diversões, devido a profissão dos pais. Ela nos conta que viajava pelos estados do RS/SC/PR. Estudava 1 ou 2 semanas em cada colégio.
Segundo ela, o sonho de criança em morar em um parque foi sendo quebrado conforme a rotina de sua vida, o que era tão mágico para alguns para ela se tornará mais que o normal.
Hoje Lili mora com a mãe e sente saudades da vida viajante que levava, tem dificuldades de se adaptar em um único lugar, não gosta de estar por muito tempo na mesma cidade, frequentando os mesmos ambientes. A família e ela não moram mais no parque por causa dos seus estudos. Seria difícil fazer faculdade mudando tantas vezes de cidade, diz ela.Foto 1: Lidiane atualmente.
Foto 2: O parque.
AMOR PELO QUE SE FAZ
Pâmela Letícia Schabbach Matos da Silva, tem 18 anos, mora em Canoas e é estudante de Jornalismo da Unisinos. Contudo o encanta na vida de Pâmela é sua paixão pela dança. Ela nos conta que muito mais que um hobby, a dança é a sua vida. Pâmela também diz que é filha adotiva desde o berço e tem uma irmã gêmea com a qual não mantém contato . Confira na entrevista.
Por Camila Lübke.
Camila - Com qauntos anos você começou a dançar?
Pâmela - Comecei fazendo balé com 2 anos e meio de idade.
Camila - Você chegou a se formar em dança? Como foi isso?
Pâmela - Sim. Me formei em balé clássico pela escola Guterres, onde dou aula atualmente.
Camila - Você leciona dança somente na escola Guterres? Qual a faixa etária que você leciona?
Pâmela - Não. Na escola Guterres dou aula de balé para meninas de 2 à 4 anos, em outro lugar dou aula se dança de salão para adultos de 30 á 40 anos e para idosos.
Camila - Você ficou um tempo afastada da dança. Porque?
Pâmela - Por volta dos 15 anos descobri que tinha uma doença no fígado, chamada "Colangite Crônica". Descobri porque passei a vômitar e desmaiar, fiquei 8 meses internada no hospital e fiz seções de quimioterapia.
Camila - Quanto tempo foi este afastamento?
Pâmela - Quase 2 anos.
Camila - E como foi a volta à dança?
Pâmela - No começo estava um pouco enferrujada pelo tempo em que estive parada, mas aos poucos com exercícios fui voltando a ativa.
Camila - O que você tem a nos deixar?
Pâmela - É importante ser apaixonado pelo o que se faz.
Por Camila Lübke.
Camila - Com qauntos anos você começou a dançar?
Pâmela - Comecei fazendo balé com 2 anos e meio de idade.
Camila - Você chegou a se formar em dança? Como foi isso?
Pâmela - Sim. Me formei em balé clássico pela escola Guterres, onde dou aula atualmente.
Camila - Você leciona dança somente na escola Guterres? Qual a faixa etária que você leciona?
Pâmela - Não. Na escola Guterres dou aula de balé para meninas de 2 à 4 anos, em outro lugar dou aula se dança de salão para adultos de 30 á 40 anos e para idosos.
Camila - Você ficou um tempo afastada da dança. Porque?
Pâmela - Por volta dos 15 anos descobri que tinha uma doença no fígado, chamada "Colangite Crônica". Descobri porque passei a vômitar e desmaiar, fiquei 8 meses internada no hospital e fiz seções de quimioterapia.
Camila - Quanto tempo foi este afastamento?
Pâmela - Quase 2 anos.
Camila - E como foi a volta à dança?
Pâmela - No começo estava um pouco enferrujada pelo tempo em que estive parada, mas aos poucos com exercícios fui voltando a ativa.
Camila - O que você tem a nos deixar?
Pâmela - É importante ser apaixonado pelo o que se faz.
UM PAR PERFEITO
Artigo
Por Thaís Lauck
Independente da profissão escolhida, para se ter sucesso na mesma é preciso amar o que faz e admirar incondicionalmente o trabalho. Fazer dele algo prezeroso, que supere todas as expectativas, que faça-nos sentir realizados profissionalmente e motivados a aprender e buscar cada vez mais conhecimentos na área.
Todas essas características podemos atribuir a Isabel Bonorino, produtora da TV Assembléia a quase dois anos. Segundo ela, exercer esta função não é um trabalho, e sim, uma diversão. Isa, como é conhecida, sempre admirou o jornalismo, desde pequena, tanto é que seu primeiro trabalho, ainda em meio a estágios em outras áreas, foi voluntário. Percebemos então o quanto sempre amou a comunicação, o fazia com prazer desde sempre.
Isabel já trabalhou em várias funções. Começou como estagiária na produção do giro de reportagem, fazia entradas ao vivo, preparava o material do repórter, e quando este ficou doente e teve que se ausentar do jornal, Isa foi com a cara e a coragem reportar, um detalhe: foi a única a se habilitar expontaneamente para substituir o colega, sendo que nunca havia feito aquilo, atitude que nem mesmo os profissionas do local tiveram. Ápós isso, a nova repórter recebeu os parabéns do chefe e foi escolhida para cobrir reportagens, uma forma de reconhecer a determinação da, na época, jovem estagiária.
De acordo com a produtora, trabalhar nesta área é um prazer, esquece as horas, não cansa, enfim, é uma paixão das quais nos jogamos de cabeça, queremos viver isso para o resto da vida. Para Isabel, apenas o fato de falar de sua "diversão", como se refere ao trabalho, a deixa contente, pois percebe o quanto é feliz e realizada fazendo o que gosta.
Foto: "Isabel reportando"
Por Thaís Lauck
Independente da profissão escolhida, para se ter sucesso na mesma é preciso amar o que faz e admirar incondicionalmente o trabalho. Fazer dele algo prezeroso, que supere todas as expectativas, que faça-nos sentir realizados profissionalmente e motivados a aprender e buscar cada vez mais conhecimentos na área.
Todas essas características podemos atribuir a Isabel Bonorino, produtora da TV Assembléia a quase dois anos. Segundo ela, exercer esta função não é um trabalho, e sim, uma diversão. Isa, como é conhecida, sempre admirou o jornalismo, desde pequena, tanto é que seu primeiro trabalho, ainda em meio a estágios em outras áreas, foi voluntário. Percebemos então o quanto sempre amou a comunicação, o fazia com prazer desde sempre.
Isabel já trabalhou em várias funções. Começou como estagiária na produção do giro de reportagem, fazia entradas ao vivo, preparava o material do repórter, e quando este ficou doente e teve que se ausentar do jornal, Isa foi com a cara e a coragem reportar, um detalhe: foi a única a se habilitar expontaneamente para substituir o colega, sendo que nunca havia feito aquilo, atitude que nem mesmo os profissionas do local tiveram. Ápós isso, a nova repórter recebeu os parabéns do chefe e foi escolhida para cobrir reportagens, uma forma de reconhecer a determinação da, na época, jovem estagiária.
De acordo com a produtora, trabalhar nesta área é um prazer, esquece as horas, não cansa, enfim, é uma paixão das quais nos jogamos de cabeça, queremos viver isso para o resto da vida. Para Isabel, apenas o fato de falar de sua "diversão", como se refere ao trabalho, a deixa contente, pois percebe o quanto é feliz e realizada fazendo o que gosta.
Quando questionada sobre a realização profissional, indaga que o amor incondicional pelo que faz, o fato de buscar sempre coisas novas, informações interessantes e a cada nova história criar um modo inusitado de passar ao leitor ou telespectador, o que considera um desafio, sejam motivos pelos quais é hoje uma pessoa que alcançou seus principais objetivos. Seu sonho de criança, trabalhar com jornalismo, e realizar-se com isso, profissional e pessoalmente.
Foto: "Isabel reportando"
O CONVÍVIO NO ESPIRITISMO
Cristiane Silveira tem 18 anos, mora em Gravataí, região metropolitana de Porto Alegre e é estudante de jornalismo da Unisinos. Pé, que é seu apelido de infância é espírita desde os 13 anos, mas começou a estudar o espiritismo aos 15. Confira na entrevista. Por Cristina Bortolini
Cristina – É espírita há quanto tempo?
Cristiane – Sou espírita desde os meus 13 anos, mas comecei a freqüentar e a estudar o espiritismo aos 15, 16 anos.
Cristina – Por que se tornou espírita? Teve influência de pai, mãe ou de outras pessoas?
Cristiane – Em casa todos nós éramos católicos, mas meu pai desde jovem nunca se convenceu realmente da religião católica. Então meu pai começou a ler livros espíritas até que descobriu o espiritismo, que é uma religião em que nós acreditamos na reencarnação.
Cristina – Qual o nome da Casa Espírita que você freqüenta e o lema?
Cristiane – O nome da casa Espírita que eu frequento é CENTRO ESPÍRITA BENEFICENTE VINHA DE LUZ. Lema: FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO, PRATICAR O BEM SEM OLHAR A QUEM.
Cristina – O que acha mais interessante nesta religião?
Cristiane – Que o espiritismo sempre me ajuda, me ajuda a ser uma pessoa melhor e descobrir que nada se vai para sempre.
Cristina – Aconteceu algo já na sua vida em que o espiritismo te ajudou muito?
Cristiane – O momento mais difícil da minha vida, creio que foi quando meu vô faleceu, estava só eu e ele em casa, aquele dia me marcou muito.
Cristina – Você teve contato com seu avô através do espiritismo depois que ele faleceu?
Cristiane – Não. Pois ele foi uma pessoa que sempre pregou o bem e tenho certeza que ele está bem. Nunca tive curiosidade em manter contato.
Cristina – É espírita há quanto tempo?
Cristiane – Sou espírita desde os meus 13 anos, mas comecei a freqüentar e a estudar o espiritismo aos 15, 16 anos.
Cristina – Por que se tornou espírita? Teve influência de pai, mãe ou de outras pessoas?
Cristiane – Em casa todos nós éramos católicos, mas meu pai desde jovem nunca se convenceu realmente da religião católica. Então meu pai começou a ler livros espíritas até que descobriu o espiritismo, que é uma religião em que nós acreditamos na reencarnação.
Cristina – Qual o nome da Casa Espírita que você freqüenta e o lema?
Cristiane – O nome da casa Espírita que eu frequento é CENTRO ESPÍRITA BENEFICENTE VINHA DE LUZ. Lema: FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO, PRATICAR O BEM SEM OLHAR A QUEM.Cristina – O que acha mais interessante nesta religião?
Cristiane – Que o espiritismo sempre me ajuda, me ajuda a ser uma pessoa melhor e descobrir que nada se vai para sempre.
Cristina – Aconteceu algo já na sua vida em que o espiritismo te ajudou muito?
Cristiane – O momento mais difícil da minha vida, creio que foi quando meu vô faleceu, estava só eu e ele em casa, aquele dia me marcou muito.
Cristina – Você teve contato com seu avô através do espiritismo depois que ele faleceu?
Cristiane – Não. Pois ele foi uma pessoa que sempre pregou o bem e tenho certeza que ele está bem. Nunca tive curiosidade em manter contato.
FUTURO ORIENTADOR DE NOVOS TALENTOS MUSICAIS
Cristiano tem 32 anos, é estudante de jornalismo na Unisinos, e em sua apresentação afirmou que adora viajar e almeja ser crítico musical. Tentou a vida de músico e tem uma filha de 9 anos. Confira na entrevista.
Por Krislei Jordani Costi
Krislei: Você disse que gosta de viajar, já viajou pra algum lugar especial, ou pretende?
Cristiano: Bom, por ter morado em São Paulo durante um período da minha vida, conheci todo seu litoral, que é muito bonito e alguns lugares pouco explorados.
Existem dois lugares marcantes que visitei lá, a praia de Maresias, onde ocorre uma etapa do campeonato mundial de Surf e a Ilha Bela, um lugar paradisíaco, que o nome já diz tudo.
Aqui no RS conheço pouco, apenas algumas cidades.
Agora, como todo brasileiro gostaria de conhecer Fernando de Noronha,e no exterior tenho vontade de conhecer o velho mundo, Itália, Alemanha e França, para conhecer um pouco mais da história.
Krislei: No que você trabalha?
Cristiano: Hoje em dia trabalho em uma indústria metalúrgica, que fabrica displays expositores para produtos em pontos de venda, porém tenho vários projetos a serem executados.
Krislei: Você também disse que tem uma filha e ela tem 9 anos. Pode me contar mais sobre a sua família?
Sobre a vida de músico...
Krislei: Qual era a sua banda, o que você tocava?
Cristiano: Eu tocava bateria e tive duas bandas apenas, a Kaddish, e a Tribal-Core, que o próprio nome já diz o estilo: Hard Core pesado.
Krislei: Como era?
Cristiano: Era bem corrido, pois na época não tínhamos as facilidades tecnológicas de hoje, com a Internet, por exemplo, então as divulgações eram quase artesanais, muitas vezes por carta, mesmo assim conseguimos levar nossa musica para quase todas as capitais do país, e chegamos inclusive a tocar em Santos e São Paulo, através desses contatos feitos pelo correio e graças a uma matéria da revista Rock Brigade, que escreveu uma resenha a nosso respeito, falando muito bem do som e da produção do CD independente que gravamos na ocasião.
Aqui no sul, tocamos bastante na capital e em algumas cidades do interior, como Novo Hamburgo, Três Coroas, Canoas, Encruzilhada do Sul, Cachoeira do Sul....e em mais algumas que não consigo lembrar agora.
Esse certo ‘destaque’ no cenário musical nos propiciou dividir o palco com nomes importantes, como Replicantes, Tequila Baby, Krisium, e por último com os americanos do Suicidal Tendencies, no bar Opinião em POA.
Mas devido à falta de estrutura profissional e de alguém que os orientasse a administrar essa evolução, e por motivos pessoais de cada um, resolvemos parar.
Krislei: Você sente falta de alguma coisa?
Cristiano: O que sinto falta dessa época é da agitação que antecede os shows, dos ensaios e das gravações, enfim, esse envolvimento que exige bastante dedicação.
Krislei: Quais são suas grandes paixões?
Cristiano: Minha principal paixão é a minha vida, minha filha, família e prezo muito as amizades sinceras.
Krislei: Por que você quer ser crítico musical?
Cristiano: Por ter adquirido uma certa experiência quando tocava, me tornei muito crítico, e também quero me envolver novamente com a música e principalmente orientar os mais novos, que estão começando, para que não ocorra o mesmo que aconteceu comigo, parar por não ter alguém para orientar.
Quem sabe dessa forma não descubro um novo talento da música.
Foto 1: Cristiano tocando bateria em sua antiga banda.
Foto 2: Eduarda, filha do Cristiano.
Por Krislei Jordani Costi
Krislei: Você disse que gosta de viajar, já viajou pra algum lugar especial, ou pretende?
Cristiano: Bom, por ter morado em São Paulo durante um período da minha vida, conheci todo seu litoral, que é muito bonito e alguns lugares pouco explorados.
Existem dois lugares marcantes que visitei lá, a praia de Maresias, onde ocorre uma etapa do campeonato mundial de Surf e a Ilha Bela, um lugar paradisíaco, que o nome já diz tudo.
Aqui no RS conheço pouco, apenas algumas cidades.
Agora, como todo brasileiro gostaria de conhecer Fernando de Noronha,e no exterior tenho vontade de conhecer o velho mundo, Itália, Alemanha e França, para conhecer um pouco mais da história.
Krislei: No que você trabalha?
Cristiano: Hoje em dia trabalho em uma indústria metalúrgica, que fabrica displays expositores para produtos em pontos de venda, porém tenho vários projetos a serem executados.
Cristiano: Viemos da região da Fronteira, de Bagé, quando eu tinha 1 ano de idade, somos de origem Italiana, pois meu bisavô veio da Sicília.
Minha filha nasceu quando eu tinha 23 anos e foi uma surpresa para todos nós na ocasião. Hoje, devido às circunstâncias, ela mora comigo, então muitas vezes faço o papel de pai e mãe.
Sobre a vida de músico...
Krislei: Qual era a sua banda, o que você tocava?
Cristiano: Eu tocava bateria e tive duas bandas apenas, a Kaddish, e a Tribal-Core, que o próprio nome já diz o estilo: Hard Core pesado.
Krislei: Como era?
Cristiano: Era bem corrido, pois na época não tínhamos as facilidades tecnológicas de hoje, com a Internet, por exemplo, então as divulgações eram quase artesanais, muitas vezes por carta, mesmo assim conseguimos levar nossa musica para quase todas as capitais do país, e chegamos inclusive a tocar em Santos e São Paulo, através desses contatos feitos pelo correio e graças a uma matéria da revista Rock Brigade, que escreveu uma resenha a nosso respeito, falando muito bem do som e da produção do CD independente que gravamos na ocasião.
Aqui no sul, tocamos bastante na capital e em algumas cidades do interior, como Novo Hamburgo, Três Coroas, Canoas, Encruzilhada do Sul, Cachoeira do Sul....e em mais algumas que não consigo lembrar agora.
Esse certo ‘destaque’ no cenário musical nos propiciou dividir o palco com nomes importantes, como Replicantes, Tequila Baby, Krisium, e por último com os americanos do Suicidal Tendencies, no bar Opinião em POA.
Mas devido à falta de estrutura profissional e de alguém que os orientasse a administrar essa evolução, e por motivos pessoais de cada um, resolvemos parar.
Krislei: Você sente falta de alguma coisa?
Cristiano: O que sinto falta dessa época é da agitação que antecede os shows, dos ensaios e das gravações, enfim, esse envolvimento que exige bastante dedicação.
Krislei: Quais são suas grandes paixões?
Cristiano: Minha principal paixão é a minha vida, minha filha, família e prezo muito as amizades sinceras.
Krislei: Por que você quer ser crítico musical?
Cristiano: Por ter adquirido uma certa experiência quando tocava, me tornei muito crítico, e também quero me envolver novamente com a música e principalmente orientar os mais novos, que estão começando, para que não ocorra o mesmo que aconteceu comigo, parar por não ter alguém para orientar.
Quem sabe dessa forma não descubro um novo talento da música.
Foto 1: Cristiano tocando bateria em sua antiga banda.
Foto 2: Eduarda, filha do Cristiano.
SER JORNALISTA PORQUE....
Reportagem
Por Thaís Lauck
Como para muitos, decidir a profissão que irá seguir não foi fácil para a estudante Jaqueline de Sá Machado Rodrigues, 26 anos. Chegou a cursar quatro faculdades, porém, não concluiu nenhuma. Após algum tempo, depois de pensar bem na escolha, optou pela comunicação, curso o qual se identifica e deseja atuar profissionalmente.
Por Thaís Lauck
Dentre os motivos que a levaram a optar pelo jornalismo, estão o fato de amar a leitura e a escrita, na qual se considera muito crítica. Mas, acima destas duas paixões está a paixão avassaladora pela correção de textos. De acordo com Jaqueline, é o que realmente gosta e deseja exercer.
Quando questionada sobre os profissionais e mídia do Brasil, ela é direta em dizer que algumas vezes as ambigüidades são usadas e percebidas pelos leitores, porém, para ela essa atitude só faz com que a popularidade na mídia aumente, seja ela impressa ou falada. Para Jaqueline esses fatos não atrapalham e não fazem com que ela sinta vergonha da profissão, ao contrário, faz com que ela se sinta no dever de mudar esta imagem.
Ainda falando sobre a comunicação na atualidade, algo que a revolta também é o fato da isenção do diploma para exercer a profissão de jornalista. Segundo ela, é motivo de decepção. A falta de ética profissional vem se tornando cada vez mais freqüente, e após esta nova lei, a ética será um valor quase esquecido. Por tantos motivos, óbvios, os estudantes devem lutar por seus direitos e priorizarem o diploma de formação acadêmica.
Apesar de alguns fatos, Jaqueline sonha com a realização profissional. Por fim, confessa o amor pelo jornalismo e indaga a importância do mesmo em sua vida.
A CAMINHO DAS PASSARELAS
Artigo
Por Cristina Bortolini
O sonho em se tornar uma TOP no mundo fashion é o que gostariam milhares de meninas do mundo inteiro. Não seria diferente com Mariana Agostini, 18 anos, natural de Muçum/RS. Mora com seus pais e sua irmã de 12 anos em Cachoeirinha. Atualmente é modelo da Mega Model RS.
Desde o Concurso “Top Model Brasil” em 2007, e “Menina Fantástica” em 2008, ela vem fazendo trabalhos no Rio Grande do Sul pela sua agência. E conta que levou uma ótima experiência dos concursos e a cada dia vê o quanto o mundo da moda é encantador.
Foto 1: Foto do Book de Mariana.
Foto 2: Mariana no Concurso Top Model Brasil, em 2007.
Por Cristina Bortolini
O sonho em se tornar uma TOP no mundo fashion é o que gostariam milhares de meninas do mundo inteiro. Não seria diferente com Mariana Agostini, 18 anos, natural de Muçum/RS. Mora com seus pais e sua irmã de 12 anos em Cachoeirinha. Atualmente é modelo da Mega Model RS.Inspirada no andar imponente de Gisele Bündchen e de Jeisa Chiminazzo, amiga e uma das “angels” do Victoria Secrets, Mariana estará dando o primeiro passo indo a São Paulo ainda esse ano. O seu abjetivo é conquistar respeito nas mais renomadas passarelas como, Nova Iorque, Paris e Milão.
Desde o Concurso “Top Model Brasil” em 2007, e “Menina Fantástica” em 2008, ela vem fazendo trabalhos no Rio Grande do Sul pela sua agência. E conta que levou uma ótima experiência dos concursos e a cada dia vê o quanto o mundo da moda é encantador.Foto 2: Mariana no Concurso Top Model Brasil, em 2007.
DO DIREITO A PAIXÃO PELO JORNALISMO
Reportagem
Por Krislei Jordani Costi
Pedro Fenten, 31 anos, coordenador geral da entidade FAMURS - Federação das Associações dos Municípios do RS -, tem cerca de 100 artigos publicados pelo jornal VS de São Leopoldo. Pedro não é jornalista: ele estuda Direito desde 1997, mas gosta muito do jornalismo, tendo escolhido a cadeira de Introdução como livre escolha: “A cadeira de Introdução ao Jornalismo é pelo gosto de escrever, ler, assistir reportagens, o interesse pelo jornalismo na TV. Uma curiosidade, quem sabe, pode se transformar, ao longo do tempo em algo mais factível, do ponto de vista profissional.”
Também teve alguns artigos publicados eventualmente na revista Rua Grande de São Leopoldo, assim como em outros jornais.
Quando perguntado sobre suas paixões, citou viajar, além de “estar perto das pessoas que gosto, com uma boa bebida e uma boa comida”, e afirmou também gostar muito de cinema, dando preferência aos gêneros drama e ação. Seu gosto para livros segue a mesma linha: suspense e drama. Quanto à música, ele é eclético: “quando adolescente ouvia somente rock, mas hoje apurei o ouvido para todos os tipos de música, não tendo mais preconceito e gostando de vários tipos, dependendo do momento e do ambiente.” Favoritos? Ele não tem. “É sempre difícil citar um livro, um filme ou uma música preferida, pois tem a ver com o estado de espírito que estamos no momento, assim como com o que é recente em nossa mente.”
Natural de Dois Irmãos, Pedro sempre viveu em São Leopoldo. Tem um irmão e uma irmã, ambos mais velhos, e namora há 4 anos. A grande maioria de seus artigos eram críticos, comentários do cotidiano ou até mesmo histórias que contava.
Por Krislei Jordani Costi
Pedro Fenten, 31 anos, coordenador geral da entidade FAMURS - Federação das Associações dos Municípios do RS -, tem cerca de 100 artigos publicados pelo jornal VS de São Leopoldo. Pedro não é jornalista: ele estuda Direito desde 1997, mas gosta muito do jornalismo, tendo escolhido a cadeira de Introdução como livre escolha: “A cadeira de Introdução ao Jornalismo é pelo gosto de escrever, ler, assistir reportagens, o interesse pelo jornalismo na TV. Uma curiosidade, quem sabe, pode se transformar, ao longo do tempo em algo mais factível, do ponto de vista profissional.”
Também teve alguns artigos publicados eventualmente na revista Rua Grande de São Leopoldo, assim como em outros jornais.
Quando perguntado sobre suas paixões, citou viajar, além de “estar perto das pessoas que gosto, com uma boa bebida e uma boa comida”, e afirmou também gostar muito de cinema, dando preferência aos gêneros drama e ação. Seu gosto para livros segue a mesma linha: suspense e drama. Quanto à música, ele é eclético: “quando adolescente ouvia somente rock, mas hoje apurei o ouvido para todos os tipos de música, não tendo mais preconceito e gostando de vários tipos, dependendo do momento e do ambiente.” Favoritos? Ele não tem. “É sempre difícil citar um livro, um filme ou uma música preferida, pois tem a ver com o estado de espírito que estamos no momento, assim como com o que é recente em nossa mente.”
Natural de Dois Irmãos, Pedro sempre viveu em São Leopoldo. Tem um irmão e uma irmã, ambos mais velhos, e namora há 4 anos. A grande maioria de seus artigos eram críticos, comentários do cotidiano ou até mesmo histórias que contava.
Foto: Pedro em convenção.
CIDADÃ DO MUNDO
Artigo
Por Krislei Jordani Costi
A Cecília é uma guria de 18 anos que mora em Esteio e é alérgica a gatos. Não foi por isso que me identifiquei com ela; não moro em Esteio, não tenho 18 anos, e gosto muito de gatos – só não tenho um bichano em casa porque minha mãe é alérgica a eles, e não é nem no sentido literal da palavra: ela simplesmente não quer bicho em casa, e promete que o dia em que eu aparecer com um gato, cachorro ou qualquer coisa que solte pêlos em casa será o dia em que eu e a coisa peluda vamos sair voando pela janela. Mas voltando ao assunto, o que me chamou a atenção na Cecília foi ela ter dito que queria muito e estava planejando ir pro Canadá. Então resolvi falar um pouco com ela e perguntar, por que o Canadá?
Foi então que ela me explicou que sempre quis testar o inglês, que estuda há 6 anos, e como o curso está organizando uma viagem para o Canadá, viu aí uma boa oportunidade. Cecília não tem nenhuma paixão em especial pelo país, mas sim por viagens. Gosta de novos ares, de sair. Trabalha em um escritório – uma loja de equipamentos médicos e ortopédicos – e não gosta muito de ficar presa dentro de um lugar. Também por isso se interessou pelo jornalismo: além de adorar escrever e a profissão sempre ter chamado sua atenção, ela diz que ser repórter seria perfeito, pois não precisaria ficar dentro de um escritório o dia inteiro.
Por Krislei Jordani Costi
A Cecília é uma guria de 18 anos que mora em Esteio e é alérgica a gatos. Não foi por isso que me identifiquei com ela; não moro em Esteio, não tenho 18 anos, e gosto muito de gatos – só não tenho um bichano em casa porque minha mãe é alérgica a eles, e não é nem no sentido literal da palavra: ela simplesmente não quer bicho em casa, e promete que o dia em que eu aparecer com um gato, cachorro ou qualquer coisa que solte pêlos em casa será o dia em que eu e a coisa peluda vamos sair voando pela janela. Mas voltando ao assunto, o que me chamou a atenção na Cecília foi ela ter dito que queria muito e estava planejando ir pro Canadá. Então resolvi falar um pouco com ela e perguntar, por que o Canadá?
Foi então que ela me explicou que sempre quis testar o inglês, que estuda há 6 anos, e como o curso está organizando uma viagem para o Canadá, viu aí uma boa oportunidade. Cecília não tem nenhuma paixão em especial pelo país, mas sim por viagens. Gosta de novos ares, de sair. Trabalha em um escritório – uma loja de equipamentos médicos e ortopédicos – e não gosta muito de ficar presa dentro de um lugar. Também por isso se interessou pelo jornalismo: além de adorar escrever e a profissão sempre ter chamado sua atenção, ela diz que ser repórter seria perfeito, pois não precisaria ficar dentro de um escritório o dia inteiro.Depois do Canadá, o sonho da Cecília é ir para a Europa, mais especificamente para Amsterdã.
Tenho que dizer que, mesmo naquela sala de aula barulhenta, eu entendi perfeitamente o que ela estava dizendo: também me sinto assim. Também quero viajar mais que tudo, conhecer culturas e pessoas diferentes, andar por toda a Europa de trem, e enfim, conhecer um pouco mais do mundo. Por isso, dou todo meu apoio e desejo muita sorte e muitas viagens pra Cecília!
Foto: Cecília na praia.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
PAI E FILHA SE ENCONTRAM APÓS 23 ANOS...
A história da garota Aline Rubim é algo que emociona a qualquer um. Após 23 anos sua mãe resolveu procurar seu pai através da internet, e acabou o encontrando. Hoje ele vive na cidade de Cascavel, Paraná. No mês de janeiro veio para Gravataí conhecer a filha. Leia abaixo como Aline conta a história através de uma conversa descontraída e cheia de emoção. Confira na entrevista.
Por Thaís Lauck.
Thaís- Na infância os filhos geralmente se espelham em seus pais. Para você, como foi esse período sem a imagem de seu pai verdadeiro? Sentiu falta da figura paterna?
Aline- Olha, eu sempre tive a presença de um pai, mesmo sendo padrasto, sempre foi o meu pai, até melhor que muitos outros pais biológicos que existem por aí.
Thaís- Imaginava como era o seu pai e como seria o possível encontro entre vocês?
Aline- Sim, tenho uma foto dele da época em que ele namorava com a minha mãe, e nunca imaginei que iríamos nos encontrar.
Thaís- Qual foi o principal motivo que a levou a procurá-lo após tantos anos?
Aline- Bom, foi minha mãe que o encontrou no orkut, disse que tinha este dever a cumprir comigo, encontrar meu pai.
Thaís- Quando encontrou seu pai logo o reconheceu através das fotos? O que sentiu?
Aline- Sim, na verdade quando minha mãe me contou que havia encontrado ele eu não fiquei muito entusiasmada, pois achei que ele não iria se importar e também porque não me fazia falta.
Thaís- Após ver a imagem dele e se comunicar através da internet, teve vontade de o conhecer pessoalmente?
Aline- Sim, depois de perceber o interesse e a felicidade dele por eu ter aparecido na vida dele, sim, fiquei com vontade de encontrá-lo.
Thaís- Quando vocês se encontraram, qual a primeira coisa que disseram um para o outro?
Aline- Houve um silêncio e um abraço muito forte.
Thaís- Como foi o encontro? O que sentiu quando o viu pela primeira vez pessoalmente?
Onde foi?
Aline- Ele apareceu de surpresa no meu trabalho. Senti uma felicidade que nunca imaginei que iria sentir por encontrar ele.
Thaís-Qual a importância dele na sua vida?
Aline- Ele me mostrou ser uma pessoa maravilhosa, fez com que eu apagasse a imagem do pai que abandona espoda e filha com apenas 5 mêses de gravidez. Ele hoje faz parte da minha vida, do meu coração. Sinto que é mais um na minha família que posso confiar e amar.
Foto: Aline Rubim e o pai, atualmente.
O AMOR ESPERA NO PONTO
Reportagem
Por Cristina Bortolini
Pietra Luah Reis, 18 anos, mora em Porto Alegre. Há exatamente um ano e um mês saindo da Redenção encontra alguém muito especial em sua vida. Justamente no dia 15 de agosto de 2008, ela tinha hora para chegar em casa. “Ao entrar no ônibus vi um guri e achei que o conhecia, abri um sorrisão e só então que percebi que não o conhecia. Morri de vergonha”, conta. E por ordem do destino não ficou por ali.
Tímida com a situação, sentou-se mais atrás do ônibus e viu que ele não parava de olhar para trás, então ele levantou-se e sentou ao lado dela. Entre cerca de 20 minutos foram trocadas muitas afinidades em comum como, música, livros, bebidas. “Me encantei”, relata Pietra.
Desceram no mesmo ponto de ônibus. Trocaram número de telefones. Mas havia uma única certeza, a de que eles tinham que se ver novamente. Apesar da resistência de Pietra, o coração bateu mais forte e deram-se um beijo. “Na hora se fechou um círculo em torno de nós e desde então não nos desgrudamos mais”, finaliza. Após 15 dias, oficializaram o namoro e até então continuam juntos.
(Foto: Pietra e Guilherme na Páscoa)
Por Cristina Bortolini
Pietra Luah Reis, 18 anos, mora em Porto Alegre. Há exatamente um ano e um mês saindo da Redenção encontra alguém muito especial em sua vida. Justamente no dia 15 de agosto de 2008, ela tinha hora para chegar em casa. “Ao entrar no ônibus vi um guri e achei que o conhecia, abri um sorrisão e só então que percebi que não o conhecia. Morri de vergonha”, conta. E por ordem do destino não ficou por ali.
Tímida com a situação, sentou-se mais atrás do ônibus e viu que ele não parava de olhar para trás, então ele levantou-se e sentou ao lado dela. Entre cerca de 20 minutos foram trocadas muitas afinidades em comum como, música, livros, bebidas. “Me encantei”, relata Pietra.
Desceram no mesmo ponto de ônibus. Trocaram número de telefones. Mas havia uma única certeza, a de que eles tinham que se ver novamente. Apesar da resistência de Pietra, o coração bateu mais forte e deram-se um beijo. “Na hora se fechou um círculo em torno de nós e desde então não nos desgrudamos mais”, finaliza. Após 15 dias, oficializaram o namoro e até então continuam juntos.
(Foto: Pietra e Guilherme na Páscoa)
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